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Hora de olhar para frente: confira as primeiras atividades do #BRMC10

Hora de olhar para frente: confira as primeiras atividades do #BRMC10

À medida em que o mercado da dance music cresce e se desenvolve a passos largos, oferecendo cada vez mais oportunidades para todos os envolvidos, chega a hora dos profissionais terem uma visão mais acurada do que está mudando no mundo, desenvolvendo novas maneiras de se conectar, criar e atuar nesta indústria. É por isso que o Brazil Music Conference (inscreva-se aqui) decidiu quebrar o protocolo em sua décima edição: antes de lançar a programação completa e convidados internacionais, divulgamos novos macro-temas BRMC, que servem de guia para que cada participante encontre pautas que despertem mais interesse e relação com o seu propósito na conferência. Saiba mais sobre alguns destes macro temas, que servirão de guia para toda a programação da conferência em 2018 – e aguarde para conhecer mais!

 

Music+Brands

Uma série de painéis, pitches e oficinas que examinam as interações entre artistas e marcas. Dado que o BRMC está agora localizado em São Paulo, é esperada a presença de profissionais de ponta da indústria de publicidade brasileira, convidados a falar sobre como os relacionamentos marca/artista estão evoluindo e a oferecer exemplos de campanhas publicitárias que incluíram contribuição do artista e da marca. Os convidados também oferecerão conselhos para os artistas, falando sobre como eles podem se tornar relevantes e atraentes para as marcas e suas campanhas.

“Para uma relação mais próxima entre marcas (patrocinadores) e a música eletrônica é necessária uma política global de redução de danos nos eventos, clubes e toda a cena. Já passamos da fase de explicar o que é a música, sua contribuição cultural, histórica etc. As marcas estão cientes, mas hoje as que procuram se associar a este tipo de evento o fazem basicamente por volume de vendas ou trials (experimentação) de novos produtos. Enquanto não houver um protocolo que toda a indústria da música eletrônica venha a seguir, uma espécie de ISO em segurança e responsabilidade social, não acredito que marcas venham a investir verbas neste tipo de evento como o fazem com eventos de rock, jazz, indie etc.” – Franklin Costa, MANA

 

SOMOS Latinoamerica

Nos últimos cinco anos, jovens de toda América do Sul abraçaram a música eletrônica e sua cultura, aos milhões. Da Argentina ao México, a Colômbia, o Equador, o Chile e, claro, o Brasil, a música eletrônica cresceu e hoje é o estilo que mais de 100 milhões de millennials da região querem ouvir! Para celebrar isso e encorajar um maior crescimento, o BRMC apresentará uma série de painéis altamente focados em especialistas regionais que examinam as realidades atuais da cena e fazem grandes perguntas sobre como as comunidades criativas da região podem trabalhar juntas para fazer da América Latina a verdadeira federação de nações eletrônicas!

“A idéia de se unir o mercado do entretenimento da América Latina não é apenas atraente, mas necessária. Em primeiro lugar, para que os produtores de eventos possam trazer artistas de outros continentes a preços mais baixos; se oferecemos tours a vários países e cidades, agências e artistas estão dispostos a reduzir seus fees. Também é preciso pontuar que nossos artistas são tão bons quanto os estrangeiros e não têm as mesmas possibilidades de exportação ou exposição que os artistas europeus ou norte-americanos, por exemplo. Acredito que ativar esses esforços favorecerá e fortalecerá nossos mercados, permitindo-nos, gradualmente, parar de confiar nos conteúdos do hemisfério norte, encorajando o consumo de música latina e permitindo exportá-lo em maior escala.” – Camilo Gonzales, Frecuencias (Chile)

 

Future Forum

Inovação e futurismo, do empreendedorismo disruptivo à realidade virtual. A tecnologia desempenha um papel importante na vida da maioria das pessoas, agindo como um facilitador para muitos e como fonte de inspiração criativa para os demais. Para ajudar nossos participantes a entender tudo isso, e também a ver algum sentido do que será introduzido na próxima década, o BRMC criou o Future Forum, um lugar onde as melhores ideias novas em produção, música, tecnologia e inovação ocupam um lugar central.

“Eu vejo que essa nova geração que está vindo aí não tem o menor preconceito com estilos musicais. O desafio é como manter essa galera interessada pelos próximos 10 anos” – Alok, DJ e produtor

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